Untitled Document

Aproxima geração da tecnologia

As lentes fotossensíveis oferecem vantagens
evidentes áqueles que usam lentes.
corretivas.
A capacidade de ter uma lente clara em ambientes internos e com escurecimento instantâneo em ambientes externos – uma lente fotossensível – é obviamente uma vantagem.
Entretanto nem todas as lentes da categoria fotossensível/fotocromática são feitas da mesma maneira, ou conseguem alcançar um clareamento em ambientes internos tal como as lentes incolores comuns. Alguns processos de fabricação de lentes comprometem algumas características como o desempenho fotocromático, o desempenho em altas temperaturas e/ou a porcentagem de proteção de UV.
Entre todas as lentes da categoria fotossensível/fotocromática disponíveis no mercado, há dois tipos básicos de fabricação: as de tecnologia “na massa” e as de tecnologia Transitions. Por meio de inovações criativas e processos patenteados, apenas Transitions Optical oferece as tecnologias “Imbibing” e “Trans-Bonding”. Examinado o progresso fotocromático durante todos esses anos, ilustrase a diferença entre as tecnologia de lentes disponíveis no mercado.

TECNOLOGIA “NA MASSA” – VIDRO FOTOCROMÁTICO

A tecnologia “na massa” apareceu nas primeiras lentes fotocromáticas introduzidas em 1966. Eram feitas de vidro contendo cristais de haleto de prata sensíveis á luz, misturados enquanto o vidro ainda estava no estado fundido. Assim como as lentes fotossensíveis/fotocromáticas de hoje, elas eram ativadas pelos raios ultravioletas do sol.
Apesar de serem rápidas para escurecer em ambientes externos, as lentes fotocromáticas

de vidro tinham algumas desvantagens. Elas demoravam a clarear quando o usuário voltava para o ambiente interno. Enquanto novas, elas ofereciam 88% de transparência (transmissão de luz) em ambientes internos, mais dentro de um ano essa porcentagem diminuía por menos de 70%, deixando um forte residual permanente de escurecimento. Além disso, além da distribuição dos cristais fotocromáticos por toda a lente ficando em maior quantidade nas partes mais expressas e menor quantidade nas partes mais finas -, gerava o “efeito borda”. Por serem de vidro, as lentes eram mais pesadas que as lentes orgânicas, que estavam justamente entrando em cena no mercado. Na década de 70, as lentes orgânicas começaram a ganhar espaço, e a predominância das lentes de vidro começou a diminuir. Combinados com a última moda, em que predominavam armações de tamanhos grandes, e peso das lentes orgânicas. Lentes orgânicas tingidas também estavam netrando na moda,mas se um consumidor quisesse uma lente fotocromática, o vidro ainda era sua única opção.

AS LENTES FOTOSSENSÍVEIS ORGÂNICAS (PLÁSTICAS) SURGEM COM A TECNOLOGIA TRANSITIONS

Em 1991 há Transitions Optical comercializou com muito sucesso a primeira lente fotossensíveis utilizando uma tecnologia “Imbibing” neste processo patenteado, o pigmento fotossensível é aplicado a superfície central das lentes e, então, processado de forma a fazer com que as moléculas fotossensíveis são permanentemente inseridas nas lentes, a uma profundidade de 200 microns, serca de 20 vezes mais profundas do que a coloração comum este material fotossensível se torna parte da lente e não pode ser descascado
Nem removido. O processo Transitions posiciona o pigmento fotossensivel exatamente onde é necessário – apenas na parte frontal da lente -, por isso estas lentes não apresentam “efeito borda “ observando se de perto, pode se ver exatamente o quanto uma camada fotossensível Transitions se aprofunda na lente, quando comparada com tratamentos de superfície comuns, como o verniz resistente há riscos e o AR, por exemplo.
A tecnologia Trasitions coloca o pigmento fotossensível na localização e na concentração exatas para se obter uma coloração de uniforme, melhorando a aparecia da lente. O resultado é a melhor performance independentemente do material ou desenho da lente

ALGUMAS LENTES FOTOCROMÁTICAS ORGÂNICAS UTILIZAM A TECNOLOGIA “NA MASSA”

No final da década 90, vários fabricantes de lentes oftálmicas continuaram produzindo lentes orgânicas fotocromáticas, mais eles utilizavam técnicas “na massa “, que não eram patenteadas. Como nas antigas lentes de vidro fotos cromáticas os compostos fotocromáticos eram misturado ao monômero, a mistura é colocada em um molde e acontece a cura deste material. A tecnologia”na massa” tem varias desvantagens. O problema mais evidente é a falta de uniformidade da coloração. Um vez que o material fotocromático se encontra distribuído por toda lente onde esta e estiver mais espessa se torna mais escura, o que gera o “efeito borda”, principalmente em altas dioptrias. Alem disto, por causa do excesso de material fotocromático, a tecnologia “na massa” não proporciona uma claridade (transparências) satisfatória em ambientes internos o que é uma características muito importante para a maioria dos usuários.

MAIS UMA GERAÇÃO DAS LENTES

Em 1997, a Trasitions Optical desenvolveu um processo inovador “Trans-Bonding”
Que tornou possível oferecer a tecnologia fotossensível a materiais de alto índice e policarbonato . no processo “Trans-Bonding” essa lentes recebe um tratamento patenteado, o que proporciona adesão excelente, alta resistência a riscos e pureza ópticas, com 100% De Proteção UV e excelente desempenho fotossensível . durante a década de 90 a Transitions Optical continuo inovando, melhorando permanentemente a performance de sua tecnologia fotossensível .a cada nova geração a empresa alterava as porcentagens de transmissão nos estados desativados (claro) e no estado ativado (escuro) , para obter, respectivamente, máxima transparência e máxima escurecimento.

NOVA TECNOLOGIA TRASITION TRAS AVANÇO ESPETACULAR NO MERCADO

Uma inovação introduzida pela Trasitions na tecnologia fotossensível esta revolucionando a prescrição de lentes. A tecnologia patenteada das lentes Trasitions Next Generation, da Trasitions Optical, permite um desempenho que de longe ultrapassa qualquer tecnologia anterior das lentes fotossensível.
“As lentes Transitions Next Generation têm a transparência das lentes oftálmicas tradicionais em ambientes internos, o escurecimento das lentes solares em ambientes externos, uma ativação mais rápida e são mais resistente á fadiga, resultando no desempenho fotossensível que ultrapassa o tempo de vida da prescrição”, disse José Alves, diretor da Transitions Optical para a América latina. “Estes resultados não podem ser encontrados em nenhuma outra tecnologia disponível”, enfatizou Alves.
O diretor da Transitions Optical para América Latina explicou que, graças á combinação do que existe de mais moderno em resina e pigmentos fotossensíveis, a empresa desenvolveu as melhores lentes que existem, independentemente do material ou desenho.
“Nós não fizemos apenas uma pequena mudança. Na verdade, foi uma mudança no sistema, no substrato e no processo de fabricação. Isso nos permitiu desenvolver a mais clara, mais escura e mais rápida lente fotossensível existente, com uma melhora significava em seu uso”, garantiu Alves.